sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sexta-feira

De um lado fico feliz, pois chegou a sexta e sei que irei descansar, mas em compensação me angustia por saber que nada diferente irei fazer.
Queria tanto ter uma vida mais social, sair, viajar...mas todo fim de samana a mesma coisa.
Tenho que traçar mais meus objetivos, tem muitas coisas de grande porte que preciso realizar, fico perdida e desanimada e acabo não realizando nada, como tirar minh carteira de motorista, comprar meu carro que tem sinônimo de maior independência, a minha tão sonhada cirurgia, ainnn... e tudo isso depende de sair logo mais uma chamada da prefeitura..
Oh angústia triste essa da espera..
Mesmo com todo esse marasmo, espero que o tenhamos todos um ótimo fim de semana.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Ídolos

Pois é, não poderia deixar de comentar sobre esse novo programa que na verdade tem me feito muito dar boas risadas. É cada figura que aparece e que me deixa com uma certa dúvida: Será que eles de fato acreditam que podem se tornar um ídolo ou querem aprenas os seus minutos de fama?
Aí vai uma fuguraça inesquecível
hahauahuahuah


Créu!

Ainda tinha um cara cantando"bananas de pijama"
qdo eu vi, naum acreditei que meus ouvidos estavaam escutando aquilo, uma pessoa se dar ao trabalho de se inscrever num programa pra cantar bananas de pijama e ainda fez a dancinha....que pacote!!!pra mim esse foi o bizarro dos bizarros!!!é pra rir ou pra chorar?

O trato - Parte II

Hoje foi realmente um caos, até a hora do almoço fiz tudo certinho, mas acabei equecendo de levar algo para comer no meio da tarde e lá se foi um pastel de queijo, um guaravita e um prestígio. Essa minha obcessão por chocolate não consigo controlar. Cheguei tomei café e mais tarde jantei.
Nossa como estou precisando comprar frutas..a geladeira tá pelada!!!
Na verdade não tenho comido tanto e nem beliscando toda hora, como antes eu fazia e sinto que se fizer alguma atividade física e moderar mais um pouco conseguirei eliminar mais.
É tão bom esse período sem a TPM, me sinto bem, tranquila, confiante e acima de tdo bem humorada. Tenho que ir sem falta ao ginecologista esse mês de setembro e conversar sobre isso, está cada vez mais incômodo para mim esse período.
Ah, liguei para a clínica para saber o preço da consulta do cirurgião (Dr Renato Tatagiba) é um cirurgião muito conhecido e que está fazendo suceso com a mulherada daqui da região. A consulta é R$ 100,00, mas ainda não posso ir.
Minhas primeiras providências médicas:
  • ginecologista
  • oftamologista (estou cada vez mais cega)
  • dermatologista

E tudo terá que rolar esse anos ainda. Ain, tenho certeza de que se houvesse a chamada agora para prefeitura, daria para fazer a cirurgia nas férias desse ano. É que eu fiz concurso para professor e pedagogo para a secretaria de educação daqui do município e passei pras duas vagas, mas estou na fila de espera. Houve uma chamada em julho, mas não consegui.

Tenho a mais plena convicção de que farei a abdominoplasta e a mamoplastia. Preciso dar um up na minha alto estima.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

O trato - Parte I

Definitivamente não escolhi bem a semana para iniciar o trato, pois estou sem muitas variedades.
Mas não vou prorrogar e farei do jeito que estiver dando.
Hoje pela manhã comi duas bananas e como já erm nove horas e almoço aqui tem que ser cedo pelo horário do serviço, optei por não comer mais nada, só bastante água.
No almoço: duas colheres de arroz, chuchu cozido na água e sal e uma fatia de peito de frango grelhado.
A tarde comi apenas biscoito club social, não tive também muito tempo na escola para o lanche.
Quando cheguei a casa é que foi o óh..estava faminta e acabei tomando café com pão e comi uma fatia de bolo amélia.
Conclusão: Não consegui evitar o pão (massa) e não posso ficar sem comer tanto tempo no período da tarde.
Não comi mais nada, só tomei muita água...
Vmos que vamos para o segundo dia.Aff!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Dando uma de louca.

Eu sempre tive uma característica de paciênte, calma, tranquila, flexível, mas isso ultimamente, como muitas outras coisas, têm me incomodado porque sempre o que prevalece acaba sendo a vontade, a opinião e desejos de outras pessoas. Ai, quer saber, cansei!!! Se é crise balzaquiana* ou não, só sei que não quero mais ser boazinha, racional demais e pensar muito nos outros, sem querer desapontá-los ou ficar mal.
Falo tudo isso porque hoje aconteceu uma situação até mesmo ilária.
Minha cadeira do escritório quebrou (comigo em cima, me projetando ao chão para uma queda daquelas, detalhes..), primeiro tinha sido o encosto e depois espatifou-se. Meu marido disse que ia mandar soldar o encosto, que ficou por duas semanas embaixo da mesinha da varanda, que por sinal sustenta há mais de mês uma TV que não funciona. Bom,depois ela, como relatei, espatifou-se, e ele me disse que ainda sim levaria para consertar. Isso já não me agradou, pois a cadeira estava caquética, mas mesmo assim ela permaneceu por uma semana num cantinho na sala do PC.
Ontem, eu simplesmente a peguei e coloquei na rua e hoje pela manhã, quem a pegou deiou o encosto de brinde (QUE RAIVA). Pela manhã ouvi os murmurinhos de meu sogro e meu marido me perguntou onde estava a cadeira, respondo que estava na rua e ele me disse que tinha acabado de encontrar uma pessoa para soldá-la (Grande concidência).
Quando acordei e desci minha sogra me disse que meu sogro estava muito chateado porque o mesmo havia se interessado pela cadeira para levar para praia e eu respondi que já estou cansada de quando vou arrumar a casa ficar me deparando com um monte de coisas que não nos servem mais, e eu fico querendo doar, vender e eles pedem para deixar por isso ou aquilo e só vai enchendo e que a próxima coisa que ia para rua seria a janela.
A situação da janela é a seguinte: Fizemos no final do ano passado uma reforma aqui em casa e acabou sobrando uma janela, o pintor havia se interessado e disse que faria um abatimento no serviço, mas eles, nãããããão, disseram que iria levar para praia e já vai fazer um ano que a bendita da janela está no canto de minha varanda, assim como a TV mencionada anteriormente.
Detalhe, minha sogra arregalou um olhão e já estão providenciando a retirada dela daqui..Agora me diga, tem hora que a gente tem que dar uma de doida ou não?



balzaquiana*
Esse termo tem por origem um livro que escreveu Honoré Balzac que se chama "La femme de trente ans". Eu li esse livro e chocou-me a forma como o autor retrata as mulheres: frívolas, descuidadas com a família... Marcelo Aith escreve sobre este assunto:Muitos já ouviram ou usaram o termo "balzaquiana" para designar um certo tipo de mulher. Mas nem tantos, realmente, chegaram a ler Ä Mulher de Trinta Anos", de Honoré de Balzac. O escritor francês viveu na primeira metade do século XIX (1799-1850) e é este o ambiente que encontraremos em sua obra. Mais do que um simples romance, é também uma aula de história, onde desfilam os acontecimentos de uma França pós revolucionária, durante o governo de Napoleão Bonaparte. O livro trata a fundo da questão do destino da mulher na sociedade e, em particular, dentro do casamento. "A Mulher de Trinta anos" contém estudos de psicologia feminina de extrema agudeza. Sua personagem principal, Júlia d`Àiglemont, é o primeiro grande retrato da mulher mal casada, consciente da razão de seus sofrimentos e revoltada contra a instituição imperfeita do matrimônio.Constitui uma etapa na história da emancipação feminina. Revela-nos os sofrimentos da mulher incompreendida que não encontrou no casamento a realização de seus sonhos. Balzac é um dos primeiros a focalizar o drama da incompatibilidade de casais. Prestou um serviço imenso às mulheres, ao duplicar para elas a idade do amor. Antes dele, todas as namoradas de romance tinha vinte anos. Ele prolongou até os trinta, quarenta anos, sua vida ativa, idade que considerava o ápice da vida amorosa da mulher.No primeiro capítulo, em uma época onde nem ao menos se sonhava com o divórcio, o pai de Júlia a alerta sobre os cuidados da boa escolha de um marido: "As moças criam freqüentemente nobres, arrebatadoras imagens, figuras ideais, e forjam idéias quiméricas a respeito dos homens, dos sentimentos, do mundo; depois atribuem inocentemente a um caráter as perfeições que sonham e nisso confiam; amam no homem de sua escolha essa criatura imaginária; porém mais tarde, quando não há mais tempo para libertar-se da infelicidade, a ilusória aparência que embelezaram, seu primeiro ídolo, enfim, se transforma num esqueleto odioso.". Sobre o futuro genro ele conclui: "’E um desses homens que o céu criou para tomar e digerir quatro refeições por dia, dormir, amar a primeira mulher que apareça e bater-se. Não entende a vida ... não é dotado dessa delicadeza de coração que nos torna escravos da felicidade de uma mulher...". Mesmo assim nossa heroína casa-se com Vitor, oficial do exército de Napoleão, tornando-se a infeliz Sra. D’Aiglemont. Em carta para uma amiga confessa sua desilusão pelo amor: "Vais casar, Luisa. Essa idéia faz-me tremer. Pobre criança, casa-te; depois, dentro de poucos meses, um dos teus mais cruciantes desgostos será proveniente da recordação do que nós éramos outrora...". Sobre a noite de núpcias, escreve: "Quando meu marido entrou, quando me procurou, o riso que ouvi, riso sufocado sob as musselinas que me envolviam, foi o último lampejo daquela suave alegria que animava os folguedos da nossa infância...".Um casamento infeliz, e uma filha. A situação de Júlia parece trágica. A descrença no amor toma conta da personagem. O marido, distante espiritualmente, mantendo relações de adultério, não mais lhe pertencia. Todos os seus sofrimentos e sacrifícios para manter a falsa união passam a ser justificados em nome da felicidade de Helena, sua filha, único bem que a prendia à vida.A tristeza de Júlia seduz um jovem inglês. Artur, que promete o amor perfeito que seu verdadeiro marido nunca lhe proporcionara. Ambos passam a viver um amor irrealizável, o dever do casamento proíbe Júlia de concretizá-lo. "Não quero ser uma prostituta nem a meus olhos nem aos olhos do mundo. Se não pertenço mais ao Sr. d’Aiglemont, também não pertencerei a nenhum outro". As barreiras morais da época condenam-na a infelicidade eterna.Por insistência de Artur o "affair"continua. Podemos ver, no livro, a tradicional cena em que o amante, surpreendido pelo retorno do marido, esconde-se no armário. Mas, aqui o desfecho é trágico, chegando a ser cômico, pois para salvar a honra da amante, Artur, depois de Ter os dedos esmagados pela porta do quarto de vestir, corre para o peitoril da janela e, morre congelado pelo frio da noite parisiense. O segundo amor de sua vida termina, as trevas invadem seu coração. Júlia, agora com 26 anos, não encontra alegria nem mais em sua filha.Ela explica sua angústia: "O casamento, a instituição sobre a qual se apoia hoje a sociedade, só a nós faz sentir todo o seu peso: para o homem a liberdade; para a mulher os deveres. Devemos consagrar aos homens toda a nossa vida, eles nos consagram apenas raros instantes... o casamento, tal como hoje se pratica, parece-me ser uma prostituição legal. Daí nascerem os meus sofrimentos. Mas, entre tantas criaturas infelizes... só eu sou a autora do mal, porque quis o meu casamento."Ao, finalmente, chegar aos trinta anos Júlia conhece o Sr. Carlos Vandenesse, que nos introduzirá às idéias do que viria a ser considerada uma mulher experiente, uma mulher balzaquiana: "Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis para um rapaz... Com efeito, uma jovem tem ilusões, muita inexperiência, e o sexo é bastante cúmplice do amor... ao passo que uma mulher conhece toda a extensão dos sacrifícios que tem a fazer. Lá onde uma é arrastada pela curiosidade, por seduções estranhas à do amor, a outra obedece a um sentimento consciente. Uma cede, a outra escolhe... dando-se, a mulher experiente parece dar mais do que ela mesma, ao passo que a jovem, ignorante e crédula, nada sabendo, nada pode compara nem apreciar... Uma nos instrui, nos aconselha... a outra quer tudo aprender... Para uma jovem seja amante, precisa ser muito corrompida, e então é abandonada com horror, enquanto uma mulher possui mil modos de conservar a um tempo seu poder e sua dignidade... A jovem... acredita Ter dito tudo despindo o vestido; mas uma mulher... se esconde sob mil véus... afaga todas as vaidades... Chegando a essa idade, a mulher sabe consolar em mil ocasiões em que a jovem só sabe gemer. Enfim, além de todas as vantagens de sua posição, a mulher de trinta anos pode se fazer jovem, desempenhar todos os papéis, ser púdica e até embelezar-se com a desgraça".A paixão de passa a freqüentar o coração dos dois, que se tornam amantes, sob o nariz do omisso d’Aiglemont. Júlia tem mais filhos. A trama familiar continua. Mas o fundamental é que estão lançados os fundamentos das idéias de um relacionamento moderno, que respeita o direito da mulher de ser feliz, antes mesmo da mudança nos valores impostos pela coletividade.Agora a mulher está livre para amar a quem realmente demonstre merecedor de seu amor, está livre do estigma do peso da idade e, tudo isso se deve em parte a um nome, Honoré de Balzac. Escrito no início do Século XIX, "A Mulher de Trinta Anos" aborda tema que continuam atuais até os dias de hoje, sentimentos que não se apagam com o tempo, presentes em todas as sociedades humanas, em todos os tempos, que garantem a universalidade de sua obra. Um grande clássico da literatura. Indispensável a todos os que querem se aprofundar na compreensão do "ser mulher"!
10 meses atrás
Fonte(s):
Marcelo Aith

Domingão

Acreditei que conseguiria iniciar meu trato ontem, no domingo, mas já viu né, iniciar uma reeducação alimentar em pleno domingo, é sem dúvida uma furada.

E não deu em outra....a verdade não tenho abusado muito não, mas não consegui completar toda a lista dos que evitarei. E ontem caprichei naquela macarronada, e como massas está definido como o que devo evitar, não contei ontem mais como o 1º dia.

Essa semana, está meio complicado para ter uma alimentação saudável, aki em casa, a dispensa não está muito agradável e a grana não ajuda muito, mas amanhã será de fato o 1º dia do trato, pois hj tb acabei enterrando os ossos de ontem e agora a tarde até tentei fugir do pão, mas acreditem , não tinha NADA que pudesse substituí-lo..afff!!!Ôh crise galera, as finanças tão meio ruins mesmo. Ma amanhã vou acordar mais cedo e dar conta do 1º dia...aguardem!!!



**********************Mudando de assunto************************************

É hoje eu tive a certeza de que quero mesmo mudar de profissão, não tenho perspectiva de conseguir algo muito rápido, afinal estou com 33 anos e ter que iniciar uma nova formação não será moleza não, e percebo que as empresas têm optado por contratar pessoas mais jovens, então tenho mesmo é que me preparar para algum concurso.

Não tenho ainda definido qual curso farei e tenho até o final do mês que vem para definir isso pq em outubro geralmente iniciam-se os vestibulares. Gostei e me interessei muito pelo curso de Engenharia de Segurança do trabalho, mas ainda não encontrei nenhuma universidade daqui da região que tenha esse curso, andei olhando também para Engenharia de Controle e Automação, mas na verdade não me atraiu tanto quanto o outro. Se eu fosse solteira ou não tivesse as cças não pensaria duas vezes e faria onde tivesse, mas não me sentiria à vontade em ter que sair assim de cidade ou até mesmo de estado para cursar e deixá-los aqui.

Andei fazendo esses testes vocacionais pela net olhem só o resultado:

Resultado:Como você é bastante sensível, esteja atento às carreiras que envolvam cuidado com as pessoas, atividades com crianças e contato corporal.Sugestões:
Enfermagem
Fisioterapia
Fonoaudiologia
Odontologia
Medicina (especialidades cirúrgicas, como Ortopedia e Traumatologia)
Medicina Veterinária
Musicoterapia
Nutrição
Pedagogia
Psicologia
Terapia Ocupacional


Deixei pedagogia em destaque porque foi o curso que fiz, na verdade me deu muito embasamento, é sim uma área da qual gosto, mas está me restringindo apenas a escola, crianças e sinceramente não estou com tanta paciência mais para lecionar. Como acho que já disse em um post anterior ser professor de fato é lindo, marcante e chega até a ser poético, sem esquecer da importância, mas a desvalorização está demais, e as dificuldades sociais também, sem contar que tudo é culpa do coitado do professor. Hoje mesmo estávamos vindo no transporte ( não relatei ainda, mas meu marido faz transporte escolar) e um aluno soltou gases, as cças ficaram todas empolvorozas e meu sogro imediatamente perguntou "Eu não entendo pra que vcs vão a escola, a PROFESSORA de vcs não ensina educação não? Ela não diz que isso que uma coisa que não se faz em público?" Vejam só, a grande responsabilidade do professor...temos que dar conta até dos papéis que deveriam ser dos pais, da família.

sábado, 23 de agosto de 2008

De passo a passo...Falando em emagrecimento

Quando a gente pensa em um todo , a gente se assusta então resolvi adaptar o ditado "de grão em grão a galinha enche o papo" para "de passo a passo se caminha longe".Estou disposta a fazer um trato comigo mesma em relação a alimentação, mas caminharei a passos curtos e lentos e cumprirei.

É o seguinte: Durante 5 dias estarei me policiando em relação ao que como, ou seja, serei EXTREMAMENTE saudável e postarei aqui dia-a- dia o meu cardápio e desempenho...muito bom!!!

Não poderei de forma alguma comer:
  • frituras
  • doces
  • refrigerante
  • massas

Abusarei:

  • salada
  • vegetais
  • frutas
  • água


  • Olhando para mim mesma...

    Nossa, não venho aqui desde julho e não quero desistir desse cantinho. Estava muito animada no outro que tinha criado ano passado e que não deu em nada, mas estive visitando alguns blogs e os arquivos são super interessantes, então mesmo que eu não venha aqui constantemente, vou mantê-lo para futuramente olhar e ver o processo pelo qual minha vida passou.
    Bom, por falar em minha vida, tenho refletido muito a respeito ultimamente, nos últimos dias então não páro de pensar em o que fiz com minha vida.
    E tenho me perguntado muito se eu tenho a vida que eu queria ter e infelizmente a resposta foi negativa.
    Veja bem, tenho sim uma família linda e sem dúvida isso é muito importante ( o mais importante), mas hoje quando me olho no espelho, quando faço uma retrospectiva do que eu vivi percebo que não estou satisfeita. Tenho a impressão de que sempre esperei pela vida, mas não a vivi, como se eu fosse uma mera expectadora de mim mesma, entende?Trabalho, casa, família, contas...Na verdade sou o artista principal e me dei conta disso agora, pode?
    É tão bonito dizer frases lindas e prontas como:"Quem passou pela vida em brancas nuvens, só passou pela vida e não viveu" e finalizar dizendo "viva cada minuto como se fosse o último" São frases que encontrei em agendas e cadernos antigos (um dia desses de faxina), mas tudo permaneceu nas frases...não acredito que tenha vivido tudo que podia e ainda posso..para isso tenho que mudar, ou começar a mudar o direcionamento que dou a ela. Tudo parece tão difícil e complicado e logo desisto sem nem ao menos tentar.
    Bom, primeiras mudanças:
    Hábitos, qualidade de vida, atividades físicas e mais VAIDADE...
    TÔ ME SENTINDO UM LIXO...
    Simplesmente tem mais de ano que não compro roupa, sapato, maquiagens, aliás eu pouco me maquio, só mesmo qd vou a festa (diga-se de passagem que é raridade).
    Hoje estava comentando sobre isso com as meninas que trabalham comigo e elas CONFIRMARAM de que eu de fato sou pouco vaidosa, que não faço escova, nem batom uso...me senti uma Amélia.
    É, estou em conflito, mas creio que isso me tornará uma pessoa melhor e uma mulher melhor.
    Outra conclusão a qual cheguei é de que não estou feliz profissionalmente e já decidi que ano que vem farei algum curso em outra área que não seja educação.
    Ser professor é lindo, marcante, até mesmo poético, mas não tem me deixado feliz, afinal não vejo retorno nem financeiramente e tampouco socialmente (êta classe desvalorizada!!!).
    Pois é, depois dos 30, dizem que, ficamos mais reflexivas, maduras e racionais.Uma amiga me disse que sou racional demais e eu concordo, nunca faço nada de ímpeto, ou sem pensar e isso me impede de viver grandes emoções e alguns desafios e são as emoções e desafios que marcam a nossa vivência e nos tornam bem experientes.
    Muito bem, boa vontade e a conclusão do que é necessário fazer eu já tenho, agora é só dar o primeiro passo, como toda caminhada o primeiro passo precisa ser dado
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